Duas pessoas foram condenadas a 11 anos de prisão, em regime inicial fechado, por envolvimento em um esquema de fraude e lavagem de dinheiro. A Justiça também determinou o ressarcimento de aproximadamente R$ 1,16 milhão aos cofres públicos, valor relacionado ao dinheiro que teria sido desviado.
O caso envolve um ex-servidor público que participava da análise de um contrato financeiro. Durante o processo, ele teria solicitado uma espécie de revisão para buscar o equilíbrio do contrato.
Segundo as informações do processo, durante a análise foram identificados objetos considerados estranhos ao contrato, o que teria aumentado o valor da negociação.
Ainda conforme a apuração, o ex-servidor teria recebido cerca de R$ 66 mil de forma fracionada. A divisão dos valores, em tese, poderia dificultar a identificação da origem e o rastreamento do dinheiro.
A estratégia, porém, não teria impedido o avanço das investigações. A Justiça conseguiu acesso à íntegra do contrato e analisou as movimentações relacionadas ao caso.
Ao final do processo, os dois envolvidos foram condenados a 11 anos de prisão, com início do cumprimento da pena em regime fechado.
Além da pena de prisão, foi determinado o pagamento de aproximadamente R$ 1,16 milhão para ressarcir os cofres públicos.
Apesar da condenação, os dois respondem em liberdade neste momento. A decisão ainda pode ser questionada por meio de recursos.
Confira mais detalhes na reportagem.
Reportagem de Jardel Santos | Jornal da Catve
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