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O Hackathon reúne muitos talentos dispostos a encontrar soluções reais para os desafios do campo, essa galera cheia de ideias, enxerga o problema como oportunidade. Em poucas horas, os participantes precisam transformar desafios do agro em projetos viáveis, que possam virar negócio e fortalecer o sistema agroindustrial. Os projetos mais criativos na solução são premiados, mas o que acontece depois.
Se engana quem pensa que o Hackathon se encerra na premiação, é depois da maratona que as ideias começam a sair do papel para ganharem o mercado.
Foi o que aconteceu com Lucas, vencedor da edição de 2024. Ele criou um sistema capaz de controlar temperatura e umidade em incubatórios de ovos, garantindo mais eficiência e menos perdas na produção.
Como prêmio, ganhou uma viagem para o Chile. Lá, descobriu o potencial da piscicultura e enxergou uma nova possibilidade, adaptar a tecnologia para atender também esse setor aqui no Brasil.
"O Chile produz salmão, uma atividade muito lucrativa e muito custosa. Então, as empresas chilenas têm parcerias com as empresas norueguesas que tem um alto índice de tecnificação, então todos os ambientes são controlados criteriosamente", explicou Lucas.
O que era um único projeto virou dois produtos no mercado. Hoje, as soluções já estão sendo comercializadas, mostrando que a inovação que nasce aqui pode ultrapassar fronteiras.
Hoje o Lucas é mentor, e ajuda quem assim como ele um dia só tinha uma ideia e não sabia como e por onde começar. Mais do que uma competição, o Hackathon é uma vitrine de talentos e um impulso para novos negócios.
Confira os detalhes no vídeo:
Reportagem por Déborah Evangelista | Jornal da Catve
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