Cotidiano

"Tempo de atendimento é fundamental", alerta Bombeiro após morte de criança em piscina em Toledo

Menina de 1 ano e 3 meses é velada no município nesta quarta-feira (7)


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O tempo de atendimento é fundamental para aumentar as chances de sobrevivência em casos de afogamento, alerta o Corpo de Bombeiros após a morte de uma menina de 1 ano e 3 meses em Toledo. A criança caiu em uma piscina no Jardim Gisela na tarde de terça-feira (6) e está sendo velada nesta quarta-feira (7). O sepultamento está previsto para as 17h.

O capitão Guilherme Rodrigues, do Corpo de Bombeiros, orienta que o serviço de emergência seja acionado imediatamente após um afogamento. Segundo ele, a vítima precisa chegar o quanto antes ao hospital para iniciar o tratamento.

"Faça o acionamento imediatamente de um apoio de um serviço de ambulância, porque essa pessoa precisa chegar o quanto antes até um hospital", orientou.

O atendimento rápido pode ser decisivo para evitar casos mais graves e possíveis sequelas. O Bombeiro explica que existem diferentes graus de afogamento e que a gravidade depende das condições da vítima no momento do socorro.

A menina estava na casa da avó quando foi até a beira da piscina e caiu na água. Um vizinho percebeu a situação, retirou a criança e iniciou os primeiros socorros antes da chegada do Samu.

Quando a equipe chegou ao local, a menina estava em parada cardíaca. Os profissionais realizaram manobras de reanimação por aproximadamente uma hora e meia, mas ela não resistiu.

O médico do Samu, Sandro Eduardo Nogueira Farias, reforçou o alerta para que crianças pequenas não tenham acesso livre a piscinas.

A recomendação é que piscinas sejam cercadas ou que as portas de acesso permaneçam trancadas. Em situações de afogamento, o médico orienta que o Samu seja acionado imediatamente e que, quando possível, sejam iniciadas as massagens cardíacas enquanto a equipe especializada não chega.

O capitão dos Bombeiros também destaca que o próprio ambiente pode representar um risco para crianças. Por isso, os cuidados devem ser mantidos em casas com piscinas, lagos, clubes, festas e outros locais onde haja acesso à água.

A morte registrada na terça-feira (6) é o segundo caso fatal envolvendo uma criança em piscina em Toledo neste ano. Em 27 de julho, uma criança de 3 anos morreu após cair em uma piscina em Novo Sarandi, distrito do município.

Confira os detalhes na reportagem acima.


Reportagem Jardel Santos | Jornal Da Catve

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