"Criança pequena e piscina não combinam." O alerta é do médico do Samu, Sandro Eduardo Nogueira Farias, após a morte de uma menina de 1 ano e 3 meses que caiu em uma piscina nesta terça-feira (6), no Jardim Gisela, em Toledo.
Segundo o médico, a principal medida para evitar afogamentos envolvendo crianças é a prevenção, principalmente com a restrição do acesso à água.
"As casas com piscinas precisam ser cercadas, precisam estar protegidas. Os acidentes ocorrem de forma muito rápida e de forma muito inesperada. O cuidado começa com a prevenção", afirmou.
O alerta ocorre após a criança cair na piscina da residência da avó. Um vizinho percebeu a situação, retirou a menina da água e iniciou os primeiros socorros.
Equipes do Samu foram acionadas e realizaram manobras de reanimação por aproximadamente uma hora e meia, mas a criança não resistiu.
O que fazer em caso de afogamento?
Eduardo explica que, ao perceber uma criança em situação de afogamento, é necessário retirá-la da água, acionar imediatamente o serviço de urgência e começar as manobras de reanimação, com orientação da equipe de emergência.
O tempo de resposta é fundamental nesses casos. "Quanto antes começar, maior é a chance de sobrevivência do paciente", destacou o médico.
Para o profissional, o episódio reforça a necessidade de impedir que crianças pequenas tenham acesso livre a piscinas, mesmo dentro de residências e ambientes familiares.
Gabi Lira | Catve.com
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