Política

Diretor da Copel fala sobre apagões e estrutura no Oeste paranaense


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Recebi nesta quarta-feira (13), no programa EPC da CATVE, o diretor-geral da Copel Distribuição, Marco Antônio Villela de Abreu, em um momento em que a paciência da população do Oeste do Paraná com as constantes quedas e oscilações de energia já está no limite.

O assunto deixou de ser apenas técnico faz tempo. Hoje, a falta de energia afeta comércio, indústria, produção rural e principalmente a rotina das famílias, que convivem quase diariamente com interrupções e prejuízos.

Villela reconheceu o problema e falou sobre os desafios enfrentados pela companhia, especialmente diante do aumento da demanda e da dificuldade na contratação de profissionais especializados. Um dos anúncios feitos durante a entrevista foi justamente a criação de uma escola de eletricistas, iniciativa que a Copel deve lançar nos próximos dias.

"Estamos nos próximos dias anunciando uma escola de eletricista diante da dificuldade das empresas em contratar profissionais", afirmou.

Outro ponto importante debatido foi a capacidade das empresas terceirizadas contratadas pela Copel para atender ocorrências em situações de acidentes e temporais. A cobrança da população aumentou nos últimos meses justamente pela demora em alguns atendimentos e pela sensação de fragilidade da estrutura operacional em momentos críticos.

Também entrou na pauta o acidente que atingiu uma torre de energia e gerou impacto no abastecimento. Segundo Villela, o motorista responsável será cobrado pelos danos causados. O diretor ainda reforçou que consumidores prejudicados por oscilações ou queima de equipamentos podem buscar ressarcimento junto à companhia.

A verdade é que o debate sobre energia elétrica virou um dos temas mais sensíveis da região Oeste. E mais do que promessas, a população espera respostas rápidas, investimentos e, principalmente, estabilidade no fornecimento.

Texto de Jorge Guirado

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