A Vigilância Epidemiológica de Toledo ainda aguarda o resultado dos exames realizados após a morte de um macaco-prego encontrado no Jardim Coopagro. O animal foi localizado no dia 13 de outubro, nas proximidades da ponte sobre o Rio Marreco, na Rua Ângela Zanella, perto do Parque Industrial Citadin.
O corpo foi recolhido pela equipe do Programa de Proteção e Defesa dos Animais e encaminhado para investigação da causa da morte, até mesmo se foi atropelado.
A análise faz parte dos procedimentos de vigilância em saúde, já que a morte de primatas pode servir de alerta para a possível circulação do vírus da febre amarela.
Apesar da investigação, a Vigilância Epidemiológica ressalta que Toledo não registra casos confirmados nem suspeitos de febre amarela. A coleta e o encaminhamento do animal são medidas preventivas adotadas há décadas.
A orientação é que a população mantenha a vacinação em dia. Atualmente, para quem recebeu o esquema recomendado, a proteção contra a febre amarela é considerada duradoura, sem necessidade de reforços a cada dez anos, como ocorria anteriormente.
A morte do macaco, por si só, não significa que o animal estivesse infectado. Somente os exames poderão esclarecer se há relação com a doença.
Macacos não transmitem febre amarela diretamente às pessoas. A transmissão ocorre pela picada de mosquitos infectados, e os primatas ajudam a identificar precocemente a circulação do vírus.
Alexandra Oliveira | Catve.com
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