A ampliação dos serviços no Hospital Regional também reduziu a necessidade de deslocamento para outros centros.
Tatiana, por exemplo, precisou viajar até Curitiba para conseguir uma consulta para a filha. Agora, o acompanhamento é realizado em Toledo.
"É muito difÃcil, é muito penoso. Uma viagem grande, precisa ficar em alguns locais lá que são... ou na casa de algum parente, e é difÃcil. Porque são muitos dias de trabalho perdido", contou Tatiane Banderolla.
Essa oferta foi estruturada aos poucos. A nova fase começou em 14 de maio, quando o primeiro paciente, sob a gestão da Hoesp, foi recebido.
Inicialmente, o Hospital Regional concentrou as atividades nos casos de urgência e emergência. Na sequência, incorporou cirurgias programadas e consultas ambulatoriais.
Por causa desse processo gradual, os indicadores contratuais começaram a ser medidos em julho.
"Nesses últimos três meses, a gente tem observado que a população de Toledo e também da regional, principalmente nas emergências, fraturas, não tem ficado mais tantos dias aguardando UPA", afirmou Edna Dallabrida, diretora administrativa do hospital.
No perÃodo analisado, foram registradas mais de 1.800 internações e mais de 700 cirurgias. Agosto teve o maior movimento, com mais de 400 pessoas internadas e quase 300 procedimentos eletivos.
O avanço também aparece no setor ambulatorial. Em julho e agosto, 2.600 consultas foram realizadas. Nos dois meses, o volume superou o Ãndice definido em contrato.
Entre as pessoas atendidas nesse perÃodo está Jacinta, de 71 anos. Moradora de Toledo, ela conta como foi recebida e avalia o atendimento prestado no Hospital Regional.
"Eu hoje estou pela primeira vez aqui, mas minha nora já operou ali e tudo, mas é excelente. Não posso, a gente não pode se queixar. É muito bom", disse Jacinta Niedhauer.
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Reportagem de Jardel Santos | Jornal da Catve
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