Ele chegou ao Autódromo de Cascavel coberto. Veio trazido pelo Presidente do Automóvel Clube. Debaixo desse pano escuro estava o troféu da 40ª edição da Cascavel de Ouro. Não é só uma peça, é um símbolo de conquista, que logo foi revelado.
Bem diferente das edições anteriores, mas o poder de atrair pilotos continua o mesmo, ou até mais forte. O troféu da Cascavel de Ouro carrega uma história pesada. Ele foi desenvolvido em homenagem a um tricampeão mundial de Fórmula 1, o brasileiro Nelson Piquet. Há 50 anos ele foi campeão da Cascavel de Ouro.
Uma peça comemorativa, mas sem perder a essência. A cobra dourada está no centro das atenções, mas dessa vez, envolta dela, uma gota vermelha, que lembra aquelas que tem desenhada no capacete em que Nelson Piquet usou na estreia dele na Formula-1 e em tantas outras categorias.
O filho de Nelson, o Nelsinho Piquet, estará na Cascavel de Ouro de 2026. Imagina só se ele ganha uma corrida dessa?!
Massaro lembra que o troféu original da Cascavel de Ouro vencida por Piquet está em Cascavel.
Pilotos que vão participar da Cascavel de Ouro no próximo dia 21 de novembro aprovaram o novo troféu e já ficaram de olho na peça. Nelson Rossoni, já bateu na trave duas vezes. Marcos Paiolli, experiente com mais de 70 anos, gostou do que viu.
Maior vencedor da Cascavel de Ouro, com sete triunfos, Edgar Favarim lembrou que ainda não tem um desse em casa. Claro, essa fala contém ironia.
A prova mais tradicional do automobilismo brasileiro tem mais de 60 carros inscritos. Grid cheio, corrida difícil de ganhar.
Deivid Souza / Hora do Esporte
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